segunda-feira, 2 de março de 2009

o caos (parte 1)

No início era uma sombra. Um escombro. Quase um assombro de temeridade. Depois veio a luz, incerta, duvidosa. Um feixe, apenas, nada mais. Para quê mais? Eu simplesmente abri os olhos, foi isso. Não sinto minhas pernas. Não quero nem olhar, posso nem mais tê-las. Escombros. É isso! No início não foi uma sombra, foi um clarão. Eu lembro dele. Na verdade não lembro de nada. Posso estar mentindo, é justo. Mas havia um clarão? Havia uma dúvida, sem dúvida. Sim, havia uma dívida. Comigo mesmo, mais do que qualquer um. Só que eu não cobraria. Precisava que alguém me cobrasse, que me jogasse para frente, que me empurrasse para qualquer direção. Era direito que assim o fizesse. Mas então a dívida veio primeiro? Acho que sim, depois a dúvida, depois o clarão, depois o assombro, o escombro, o escuro. E tudo está claro de novo. Pelo menos aos meu olhos. Preciso sair deste buraco.

3 comentários:

Freak disse...

Já tinha lido essa porcaria, achei um horror. Que coisa!

hahaahahahahahahahah
Tô brincando! Tu sabes que eu gosto do que tu escreves. Também não sei o que se faz quando se quer sair do buraco!

Paulo Olmedo disse...

Valeu!

Acho que o primeiro passo é querer sair...

Carlos Flies disse...

Po cara! Sinceramente, a Freak tem razão, tá uma droga mesmo. Texto pobre, não gostei do teu estilo, o blog inteiro um lixo!

...

HAUhuAHUAhuAHua!

Eu tbm não sou o cara mais verdadeiro, nem o menos brincalhão, então é só inverter tudo! Passarei mais vezes por aki, e espero escontrar essa merda bem melhor! hUAhuahuahua

Parabas!